quarta-feira, 31 de agosto de 2022

PREFEITURA MUNICIPAL DE TOCANTINS

ERRATA

PREFEITURAMUNICIPALDETOCANTINS

PROCESSOLICITATÓRIO

O MUNICÍPIO DE TOCANTINS – PREFEITURA MUNICIPAL DE TOCANTINS, torna público que em referência ao ProcessoLicitatórionº152/2022,PregãoPresencial nº 112/2022, cujo objeto é a contratação de empresa especializada para aquisição de materiais para construção de 1 campo de FUTEBOL SOCIETY medindo 30x40m, e 3 quadras poliesportivas de areia medindo 10x20m cada uma, que serão implantadas no Centro Esportivo no bairro Novo Horizonte do Município de Tocantins-MG, RESOLVE REMARCAR a datado certame para retificação da descrição doobjeto.

A nova data para realização do certame será dia 15/09/2022 às 08:00, conforme edital completo que pode ser consultado no endereço www.tocantins.mg.gov.br.

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PREFEITURA MUNICIPAL DE TOCANTINS

ERRATA

PREFEITURA MUNICIPAL DE TOCANTINS
PREGÃO ELETRÔNICO  Nº 003/2022

PROCESSO Nº 146/2022

A Prefeitura Municipal de Tocantins comunica que, em relação ao Processo 146/2022 na modalidade Pregão Eletrônico 003/2022, cujo objeto é  aquisição de TUBOS PEAD CONFORME NORMA DNIT-094/2014, retifica o edital e designa nova data e horário para a sessão de lances, a ser realizada no dia 20/09/2022 as 08:00h. O edital completoretificado com as novas datas para recebimento de propostas e documentos de habilitação, poderá ser obtido pelos interessados no Setor de Licitações, em arquivo digital, mediante entrega de um pen-drive, de segunda a sexta-feira, no horário de 08:00 às 11:00 e de 13:00 às 16:00 horasou pelos endereços eletrônicos: www.tocantins.mg.gov.br e https://ift.tt/tMepGZu.

Érica Mendes Barbosa Sechi

Pregoeira

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Juiz de Fora receberá maior repasse do ICMS Patrimônio Cultural

Depois de anos com pontuação discreta, Juiz de Fora mais que dobrou sua pontuação no ICMS Patrimônio Cultural, programa de incentivo à preservação do patrimônio cultural de Minas Gerais que faz o repasse de recursos para os municípios que preservam seu patrimônio e suas referências culturais através de políticas públicas relevantes. Segundo os dados do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), o município obteve 21,32 pontos – melhor desempenho na Zona da Mata – em suas ações de preservação referentes ao ano de 2021, que serão usadas como base para a transferência de recursos para 2023. Essa pontuação mais que dobrou em relação ao que foi obtido em 2020 – que definiu os repasses para o ano corrente, quando Juiz de Fora obteve 9,71 pontos.

A pontuação alcançada no ano passado coloca o maior município da Zona da Mata à frente da capital Belo Horizonte, que totalizou 15,60 pontos, mas ainda atrás de várias cidades históricas mineiras, como Tiradentes (25,67), Sabará (32,13), Congonhas (33,75), São João del-Rei (34,88), Ouro Preto (58,62) e Mariana (66,65 pontos).

A iniciativa do ICMS Patrimônio Cultural tem entre seus objetivos estimular as ações de proteção dos bens culturais pelas cidades por meio do fortalecimento dos setores responsáveis pelos seus patrimônios e respectivos conselhos em uma ação em conjunto com as comunidades locais. Segundo a Funalfa, o principal fator para a expressiva pontuação foi a contabilização do Fundo Municipal de Patrimônio Cultural (Fumpac), validado no sistema do ICMS Patrimônio Cultural por meio de seu primeiro depósito, no valor de R$ 127 mil, o que fez com que os laudos de salvaguarda fossem avaliados com o dobro de pontuação devido ao aceite do Fumpac pelo Iepha. O Fundo, apresentado como projeto de lei pelo vereador Juraci Scheffer (PT) ainda em 2019, foi instituído em 1º de julho de 2020 pelo então prefeito Antônio Almas.

Obras no CCBM e na Praça Antônio Carlos devem aumentar pontuação e repasse do ICMS Cultural para Juiz de Fora (Foto: Felipe Couri)

Mais de R$ 100 mil em repasses de ICMS

A inclusão da contabilização do Fumpac fez com que Juiz de Fora tivesse a maior pontuação desde 2014 (referente às ações de 2012), quando a cidade obteve 22,30 pontos. O programa ICMS Patrimônio Cultural teve início em 1996, em cumprimento à Lei 12.040/1995, e passou por aprimoramentos de sua metodologia para definir os valores destinados aos municípios mineiros. Entre eles estão os tombamentos de patrimônio histórico nos níveis federal, estadual e municipal; educação patrimonial; e Conselhos Municipais em funcionamento, entre outros.

Levando em consideração a pontuação obtida pelo envio da documentação em 2020, Juiz de Fora recebeu R$ 124.840,85 até o mês de julho, sendo que a consulta dos valores repassados pode ser feita acessando o site da Fundação João Pinheiro, responsável pelo repasse do ICMS Patrimônio Cultural. Já os valores para 2023, que levam em consideração a pontuação obtida no ano passado, serão divulgados até o final do ano. A destinação do valor que vier para o Fumpac será realizada pela Funalfa com o acompanhamento do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural (Comppac).

Criação do Fumpac em 2020 foi determinante

Diretora-geral da Funalfa, Giane Elisa Sales de Almeida comentou a melhora do desempenho do município. “Uma coisa importante a ser destacada em relação ao desempenho de 2021 é o que veio sendo construído ao longo dos anos para que tivéssemos esse resultado. A principal ação é a criação do Fumpac, que indica existir a intenção de uma política de proteção ao patrimônio. Isso fez diferença na pontuação de Juiz de Fora”, analisa.

“E outra questão importante é a própria atuação da Funalfa, através do Departamento de Memória e Patrimônio Cultural (DMPAC), nas iniciativas que acontecem em relação ao patrimônio, seja de preservação ou educação patrimonial. Todas essas questões que garantem a pontuação vêm sendo muito bem cuidadas pela equipe do Departamento. A própria existência e atuação do Comppac é muito importante, porque a participação popular pontua de maneira significativa para o ICMS Patrimônio Cultural.”

Ações em 2022 devem turbinar ICMS de 2024

Um dos desafios de Juiz de Fora é ter um desempenho em 2022 que permita ao município aumentar os repasses para o exercício de 2024. Entre as ações já desenvolvidas este ano, a Funalfa destaca a reposição do quadro funcional; elaboração do inventário participativo no distrito de Sarandira; as obras no CCBM e Praça Antônio Carlos; Prêmio Amigo do Patrimônio; o Agosto Multicor; ações em prol da salvaguarda do patrimônio imaterial, como a capoeira; o Miss Brasil Gay; e o projeto “Caminhos das Águas”, que tem o objetivo de valorizar as identidades locais, bairros e comunidades negras da cidade. Para além disto, a Funalfa afirma que tem promovido esforços para, com a validação do Fumpac, realizar movimentações neste Fundo para conseguir novos aumentos. Por fim, toda vez que o Departamento de Memória e Patrimônio Cultural é citado como autor de ações de conservação, preservação, divulgação do patrimônio histórico e cultural, a cidade pontua no ICMS Cultural.

“Não sabemos ainda quais seriam os valores, mas a gente não tem dúvida de que serão maiores, principalmente por conta das várias ações de educação patrimonial e preservação do patrimônio que a Funalfa tem empenhado desde 2021”, diz Giane Elisa. “Há uma gama de ações de educação patrimonial, tanto internas quanto externas, que impactam diretamente na conta do ICMS, e temos procurado pensar essas ações integrando uma política de preservação, salvaguarda e divulgação do patrimônio histórico e cultural de Juiz de Fora.”

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Zé Renato lança ‘O amor é um segredo’ em JF

Zé Renato
Zé Renato volta a Juiz de Fora para show no Sensorial (Foto: Philippe Leon/ Divulgação)

Cantar e tocar violão como se toma um café: é o cotidiano. Faz parte da ordem do dia. Zé Renato faz disso mais que um hábito, momento que, mesmo sem pretensão, saem ideais de projetos e novas músicas. O músico, ex-Boca Livre, lançou em 2019 o álbum “O amor é um segredo”, que traz interpretações de músicas de Paulinho da Viola. Mesmo com detalhes de sopro e percussão nas faixas, voz e o violão é que sobressaem, trazendo a identidade de Zé Renato, que há 40 anos tem o instrumento como companhia. Neste sábado (3), ele apresenta em Juiz de Fora, no Sensorial, a partir das 20h, o projeto que roda o Brasil a tempo: no ano em que Paulinho da Viola completa 80 anos.
Não é a primeira vez que Zé Renato lança um projeto de releituras de compositores brasileiros. Nomes como Zé Ketti, Chico Buarque e Orlando Silva já fazem parte da sua discografia. Isso porque o músico seguiu perpetuando o costume da casa de seus pais, de ouvir as músicas desses outros compositores. Elas fazem parte da sua memória afetiva e vira e mexe são relembradas nos momentos com o violão.
Com o repertório de Paulinho da Viola, foi diferente. O sinal de interesse surgiu a partir de uma playlist só com as músicas do sambista, que ia se renovando com o passar dos dias. “Mesmo que eu tenha ouvido muito ele, naquele momento, elas foram parecendo inéditas para mim. E eu comecei a tirar algumas delas no violão, sem projeto em mente. Aos poucos, o violão foi guiando alguns caminhos, algumas melodias, que eram diferentes, tinham cara original. E eu quis registrar nesse formato como nasceram para mim: com a voz e o vilão mais destacados.” Para que a gravação mantivesse o clima de estar em casa e pegar o violão, Zé Renato o gravou em dois dias, preservando a naturalidade e a espontaneidade.

Samba triste

Caetano Veloso escreveu: “A tristeza é senhora/ Desde que o samba é samba é assim”. Zé Renato, na seleção das músicas, manteve essa ideia. As nove canções que compõem o álbum são sobre amor, mas amores mais tristes e que não necessariamente deram certo. O título “O amor é um segredo” foi tirado da música “Só o tempo” e, de acordo com ele, traduz esse sentimento. Já a capa, traz um casal de idosos negros se beijando. “Foi a forma como a gente encontrou de tratar de um momento mais delicado. É uma leitura particular da obra do Paulinho, com a minha visão e assinatura”, diz. O disco contou com a produção de Tostão Queiroga e Lula Queiroga, sendo deste último a ideia de colocar na capa o beijo do casal, fotografado por Juarez Ventura.
O disco seleciona, principalmente, as músicas do lado B de Paulinho da Viola. No show, no entanto, a homenagem contempla os clássicos e outras mais alegres, como “Rio que passou em minha vida” e “Sei lá, Mangueira”. Adepto da apresentação voz e violão – afinal foi exatamente assim como tudo começou, há 40 anos -, Zé Renato traz para o show o percussionista Paulinho Dias, que mantém a áurea do disco, apesar de, na hora do espetáculo ao vivo, eles estarem sob a influência do risco.

 

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Comendador na Receita

Uma suposta brincadeira na declaração de bens entregue ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba caiu nas mesas de fiscais da Receita Federal em Brasília e pode dar dor de cabeça ao candidato Roosevelt Matias de Santana (MDB), que disputa a Câmara dos Deputados com o nome de urna “Comendador”. Em 2010, ele foi suplente pelo PSDB e declarou uma gleba em Campina Grande no valor de R$ 150 mil. No portal do TSE, apareceu este ano com R$ 83 milhões em patrimônio. Enumera, entre outros bens, um jatinho Phenom da Embraer (R$ 10 milhões), e sociedades em cassinos de Macau e Lisboa, com cotas de R$ 17 milhões e R$ 36 milhões, respectivamente – sem citar em quais estabelecimentos. Se o leitor acha pouco, apareceu também uma vinícola no Porto, em Portugal, e um iate de 113 pés, de R$ 2 milhões, no mesmo país. Ele alega fruto de herança, na declaração. A Coluna não encontrou o candidato para comentar.

Vestindo a camisa

É notório que a Nike, parceira da CBF nos uniformes de futebol, proíbe customização da camisa da Seleção para fins religiosos ou políticos. Mas a entidade CBF libera. E informou à Coluna que não há proibição de sua parte. O deputado federal Sóstenes Cavalcanti, que tenta reeleição, desfila em público com camisa semelhante ao uniforme e a logo do escudo da CBF, com seu número de urna.

PF on-line

A despeito de todas as regras sanitárias vigentes e do fim da pandemia da Covid-19, até hoje a superintendência da Polícia Federal no Paraná mantém parte dos trabalhos sem processo presencial. Cidadãos que procuram o protocolo no prédio encontram um aviso de que o serviço é apenas on-line, por e-mail. Com prazo de resposta de até 24 horas.

A Copa no Brasil

Com a Copa da Fifa em dezembro no Qatar, mesmo distante, o brasileiro não perde o ritmo da tradicional festa nas ruas e em casa. Levantamento do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas indica que o comércio temático vai mobilizar 60 milhões de brasileiros e faturar até R$ 20 bilhões. A CNC estima aumento de 7,9% no faturamento em relação a 2014, quando o Brasil sediou a competição.

Exame de Ordem

Números da OAB nacional para o país ter uma ideia do que é o exame de ordem da instituição: foram 147.992 candidatos na primeira fase, há dois meses, e destes, 69.551 fizeram a segunda fase de prova no último domingo. As provas são aplicadas pela FGV, e os inscritos pagam em média R$ 290. O exame acontece três vezes por ano.

Tem jeito

Ação promovida pelo Sebrae de Renegociação de dívidas em junho possibilitou a regularização de 17,6 mil operações de crédito de pequenos negócios, que estavam em atraso junto às instituições financeiras. O saldo positivo foi de R$ 673,7 milhões. Segundo o Sebrae, a ação envolveu Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

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Obituário de Juiz de Fora – 31-08-2022

Cemitério Municipal

Antônio Carlos Dias, 59 anos
Aparecida de Fátima da Silva, 64 anos
Berenice Dutra Alvarengo, 86 anos
Carlos Roberto Damaceno, 59 anos
Djalma dos Santos, 62 anos
Expedito Simão Vieira, 76 anos
Hilda Maria Duccini de Paula Bueno, 72 anos
Marília Célia da Silva, 59 anos
Wagner Machado, 60 anos

Cemitério Parque da Saudade

Alice Ribeiro de Souza, 78 anos
Cristiane Ferreira da Rocha de Oliveira, 52 anos
Elvira Izabel Vieira de Rezende, 78 anos
Joyce Silva Cidi, 65 anos
Marcos Henrique Teixeira Tocantins, 33 anos

Cemitério não informado

Alessandra Aparecida Teodora da Silva, 48 anos
Beatriz Maria Lobo Toledo, 90 anos
Elizabeth de Moraes Sarmento, 68 anos
Ivaida Larcher Ferrara, 70 anos
José Maria Aragão Gouvêa, 68 anos
Lino Gomes Ribeiro, 81 anos
Manoel Borges de Oliveira, 91 anos
Mario de Souza Torres, 90 anos
Milton Silos Marchi, 85 anos
Silas Fernandes Vieira, 78 anos

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Conversa com os candidatos

São louváveis iniciativas como as do Juiz de Fora Convention & Bureau de ouvir o que têm a dizer os candidatos a deputado estadual com domicílio eleitoral na cidade, mesmo pela via virtual. As ferramentas digitais são facilitadoras para eventos de tal monta, uma vez que os participantes não precisam, necessariamente, estar no mesmo espaço. Faltando pouco mais de um mês para as eleições, a maioria está percorrendo outras regiões em busca do voto. O máximo que precisam fazer é dar um tempo nas conversas e participar do debate de qualquer ponto do estado. Todos ganham, pois a campanha segue seu curso, e os eleitores têm acesso aos seus propósitos.

Desde o início do ano, tem sido discutida a possibilidade de replicar em Juiz de Fora o modelo de articulação comum no Triângulo Mineiro, pelo qual todos são convidados a falar de seus projetos para lideranças empresariais. Tem funcionado, pois, a despeito do viés ideológico, os que participam de tais eventos saem comprometidos com demandas da cidade e da região, o que lhes garante, por outro lado, apoio do meio produtivo.

Restando pouco tempo para o pleito e com os políticos cada vez mais envolvidos na campanha, replicar o modelo parece ter ficado para o próximo pleito, quando estarão em jogo a Prefeitura e a Câmara Municipal, mas seria importante uma conversa com os demais candidatos. A lista é grande, é fato, mas pelo menos os já detentores de mandato poderiam ser convidados para renovar suas propostas ou acrescentar outros temas importantes para a cidade e a Zona da Mata. Todos os atuais deputados e deputadas estarão disputando a reeleição.

A Câmara Municipal terá um expressivo número de vereadores que estarão nas cédulas deste ano, alguns para deputado federal outros para estadual, o que faz deles, também, personagens a serem ouvidos, até mesmo para apresentarem suas razões para mudar de patamar na política.

Como é fundamental estabelecer a democratização nas conversas, a lista pode ser ampliada para outros nomes que estão em evidência nos levantamentos realizados pelos comitês e pelos próprios partidos. Pesquisas para o voto proporcional nem sempre levam a resultados reais, mas são indicadoras de performance em determinadas regiões. Há nomes que chamam a atenção pela possibilidade de serem eleitos. A cidade tem meios de aumentar sua representação tanto na Câmara Federal quanto na Assembleia Legislativa.

O ideal dessas conversas é obter a garantia dos parlamentares de defesa coletiva das demandas da cidade e da região. Os atuais detentores de mandato têm muitos méritos em justificar a procuração das urnas que ganharam há quatro anos e fizeram muitas ações importantes. Parte delas, porém, teria melhor resultado se, em vez de pleitos individuais, tivessem sido fruto de articulações coletivas. Temas não faltam.

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Ansiedade

É de minha opinião que podemos vencer a ansiedade com as dicas a seguir. Pessoas ansiosas são perfeccionistas e controladoras, por isso ficam ansiosas. Em primeiro lugar, só Deus tem o controle de tudo. Mas Ele é bom e nos ama, então, relaxe, porque estamos em boas mãos. Peça ajuda a Deus. Faça da oração um hábito. Em segundo lugar, ajudar pessoas fará você se sentir forte. Então, ajude o máximo de pessoas. Outra dica é a dança. Dance muito.

Pular também tem um efeito interessante. Outra coisa boa é respirar fundo regularmente. E rir também faz muito bem. Então, dê boas gargalhadas. Outra coisa bem legal é tomar três colheres de vinho à noite. Banho de água morna ouvindo música romântica ou audiolivro é show. Outra dica é: transe dia sim, dia não. Combine com seu cônjuge, pois amar e ser amado proporciona segurança emocional, o que é impossível sentir com estranhos. Muitos estranhos é igual a nenhum amor. Não é à toa que nosso Criador nos ensinou a AMAR. Então ame, namore, noive e se case! Outro conselho é: aprenda algo novo. Tipo um idioma novo. O YouTube está cheio de aulas grátis.

E, claro, não poderia esquecer de dizer para fazer ginástica em casa. Existem aplicativos ótimos. Outra coisa muito legal contra a ansiedade é elogiar/valorizar as pessoas e apreciar o belo no mundo. Isso vai treinar você a ver as coisas boas da vida e das pessoas. Vai se surpreender com a quantidade de gente maneira que tem nesse mundo lindo. Outra dica show é alimentar os pássaros. E um conselho é para que você aprenda decoração. Uma outra dica é assistir a Modern Family. Vai ver que todo mundo tem defeito e não deixa de ser amado por causa disso.

Outra dica é para você ler a Bíblia de capa a capa: você ficará fascinado em ver como Deus nos ama e arruma incontáveis formas de nos perdoar. Isso acalma bastante. E, por fim, agrade de volta quem agrada você. Seja gentil. Surpreenda. Legal também é comprar apenas sabonetes e perfumes com aromas realmente agradáveis e suaves. E, como dica extra, acrescento que você coma frutas ácidas na hora em que estiver nervoso(a). Desvia a atenção imediatamente, parando o processo de tensão no corpo.

Vai por mim: funciona!

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terça-feira, 30 de agosto de 2022

REF. ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA

Juiz de Fora, 25 de Agosto de 2022

Ilmo. Srs.CO-PROPRIETÁRIOS DO COND. ED. SOLAR CONSELHEIRO LAFAYETE CNPJ;26.124.339.0001-93

  1. OLEGÁRIO MACIEL, 2419 – PAINEIRAS – Juiz de Fora.

REF. ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA

C O N V O C A Ç Ã O

 Prezados senhores (as):

Convocamos os senhores condôminos do CONDOMINIO ED. SOLAR CONSELHEIRO LAFAYETE a se reunirem em ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA que será realizada no hall do prédio.

1ª) CONVOCAÇÃO: 19:30min. do dia 12 de setembro 2022, havendo quorum legal para a instalação ou em,

2ª) CONVOCAÇÃO: 20:00 hs com qualquer número de condôminos presentes a fim de tratarem da seguinte pauta do dia:

ASSUNTOS EM PAUTA

  • PRESTAÇÃO DE CONTAS

ELEIÇÃO DE SÍNDICO,SUBSÍNDICO E CONSELHO FISCAL

  • Assuntos gerais.

Tendo em vista a relevância dos assuntos a serem tratados solicitamos aos senhores inquilinos dar  ciência aos proprietários da presente convocação, de acordo com a Lei 8245/91, Artigo 23 – incisoVII.

 Lembramos a todos quites com suas taxas condominiais, a conveniência de comparecerem, uma vez que as decisões nela tomadas obrigarão a todos, inclusive os ausentes.

CONDOMÍNIO SOLAR CONSELHEIRO LAFAYETE

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CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO UNIQUE FONTESVILLE

CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO UNIQUE FONTESVILLE

RUA ALFREDO VILLAÇA, Nº100 – FRANCISCO BERNARDINO – JUIZ DE FORA/ MG

CNPJ 32.150.806/0001-52

Convocação aos Condôminos do Condomínio UniqueFontesville

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

Prezados Condôminos,

O Síndico em exercício do Condomínio do Edifício UniqueFontesville, Sr. Carlos Eduardo Dias, no uso de suas atribuições e na forma convencional prevista, de acordo com a Lei 4.591/64, convoca os condôminos para a ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, a realizar-se no próximo dia 17 de setembro de 2022, sábado, nas dependências do condomínio, às 14:00 h. em primeira chamada, com 2/3 dos condôminos ou às 14:30 h., em segunda convocação com qualquer número (salvo quórum especial exigido por lei ou pela Convenção) para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA:

  • Deliberar e votar a utilização do fundo de reserva com a finalidade de contratação da perícia técnica e ingresso de ação judicial contra construtora;
  • Deliberar e votar parte do fundo de reserva para realização de pequenos reparos;
  • Deliberar e votar novos orçamentos para venda do passivo;
  • Apresentação de alternativas para destinação do “espaço de lazer”;
  • Esclarecimento a respeito das empresas prestadoras de serviços;

OBSERVAÇÕES:

  • As votações estarão abertas a partir do dia 10/09/2022(sábado) e serão encerradas no dia da assembleia. Para votar, acesse o aplicativo COM 21 e escolha a opção Enquetes. Em caso de dúvidas entre em contato com a administradora no (32)2152-0881;
  • É lícito aos senhores condôminos se fazerem representar na assembleia ora convocada por procuradores, munidos com procurações específicas;
  • A ausência dos senhores condôminos não os desobrigam de aceitarem como tácita concordância aos assuntos que forem tratados e deliberados.
  • Os condôminos em atraso nos pagamentos de suas taxas condominiais não poderão votar nas deliberações.

Juiz de Fora, 25 de agosto de 2022

Sr. Carlos Eduardo Dias

Síndico em exercício

 

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CONVOCAÇÃO

 CONVOCAÇÃO

O Presidente do Clube de Tiro Caça e Pesca de Juiz de Fora, no Biênio de 2021/2022, Sr. Fabiano Magalhães Vidigal, baseado no Art. 18 do Estatuto, convoca os senhores Associados para uma Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 27 de Setembro de 2022, terça-feira, na modalidade hibrida, sendo a virtual através do aplicativo ZOOM, cujo link será enviado para o e-mail de cadastro e presencial na sede social, localizada à BR 040, KM 808, Zona Rural, Matias Barbosa/MG, em primeira convocação às 19:30hs e em segunda convocação às 20:00hs, para:

– Aprovação do Novo Estatuto;

Matias Barbosa/MG, 27 de Agosto de 2022.

__________________________________________

Fabiano Magalhães Vidigal
Presidente CTCPJF

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ATO EXTRATO DE REGISTRO DE PREÇO

ATO EXTRATO DE REGISTRO DE PREÇO

Ata de Registro de Preço n° 40/2022, oriundas do Processo n° 77/2022. Órgão Gerenciador da Ata: Prefeitura Municipal de Rio Novo – MG, CNPJ Nº. 18.338.244/0001-44. Fornecedor Beneficiário da Ata: Valence Maquinas E Equipamentos Ltda, CNPJ N° 08.250.241/0001-09, com valor total de R$ 1.635.000,00. Objeto registro de preço, visando a eventual e futura contratação de empresas interessadas no fornecimento  de  retroescavadeiras, conforme Convênio  n° 1231002247/2022, celebrado entre o Estado de Minas Gerais, por Intermédio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e o  Município de Rio Novo, referenciando  uma retroescavadeira. Data de assinatura: 18/08/2022; Prazo de vigência: 18/08/2022 a 17/08/2023. Informações: Seção de Licitações, (32) 3274-2740.

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Coluna Cesar Romero – 30/08/2022

Karla Fortuna, Rachel Gomes, Gisela Vianna Silva e Joana Ruback Schmidt na movimentada Tiradentes

Esticada em Tiradentes
Muitos nomes da cidade circularam no último final de semana do Festival de Gastronomia de Tiradentes, que lotou a cidade histórica.
Entre as presenças, Kelly Zacharias Rocha e o desembargador Marco Aurélio Ferenzini, Karla e Ricardo Fortuna com as filhas Isadora e Isabella (com Marcelo Resende), Gisela e Cláudio Ferreira da Silva, Marcela Castro Ferenzini e Bernardo Mansur, Joana e Marcelo Schmidt Alves, Rachel e Geraldo Tadeu Resende Gomes.

ANTENADO
A senadora do MDB, Simone Tebet precisa de uma assessoria mais eficiente para orientar sua campanha. Por mais de uma vez ela afirmou que seu partido conseguiu um “fato inédito na história” ao lançar uma mulher candidata à Presidência da República.
Na verdade, a primeira mulher a se candidatar ao Planalto foi Lívia Maria Pio de Abreu (PN), mineira de de Carangola. Depois dela, outras dez também disputaram a Presidência da República.
Aliás, Lívia foi ignorada pela senadora no dia que comemorou 74 anos.

Jovino Campos degustando o “Storia”, um dos melhores vinhos nacionais produzidos pela Casa Valduga

Imperdoável.

VOO LIVRE
Aniversariando nesta terça-feira, Mônica Baldi, Valmir de Castro Pinto, Gilberto Queiroz, Irene Netto Vartanian, Lucas Sampaio, Mário Lúcio Guerra, Roger Carmo, Gustavo Ramalho, Isa Delgado, Cristiana Moraes e o jornalista Ismair Zaghetto que comemora 89 anos.

Luciana Bellini e Eduardo Benjamin dos Santos, Juliana e Marcos Gabriel, Elisa e João Santos formavam mesa no novo Armazém Du Peixe. Também na noite, Sandra Cristina e Nélson Júnior.

De Roberto Bissoli, após mais uma derrota do Vasco: “para salvar o Vasco só se o Eurico Miranda reencarnar…”

Dar esmola na rua é auxiliar a vadiagem. Ajude o Centro de Promoção do Menor – Ceprom. Ligue 3235-1047.

Victor Biglione, Marcinho Itaboray e Márcio Hallack, três grandes músicos e botafoguenses, na ‘happy hour’ do Clube Bom Pastor

Turismo na pauta
Presidido por Thaís Lima, o Juiz de Fora e Região Convention & Visitors Bureau promove encontro ‘online’ com os candidatos a deputado estadual de Juiz de Fora para falar sobre “Turismo e eventos”.
Hoje, às 17h, com transmissão pelo YouTube e via aplicativo Zoom.

Ladeira abaixo
Postagem de Luiz Eduardo Simões Moraes, inconformado com a performance do Botafogo, no grupo Escolhidos no WhatsApp:
“O Botafogo está na frente de um caminhão sem freio. E esse caminhão se chama rebaixamento. Qualquer hora ele vai pegar a gente. Infelizmente.”

Sobre gestão
Luciano Larcher (Grupo Larch), Marco Antônio Fernandes (Supermercado Pais e Filhos), Rogério Tasca (Fibratech) e André Noronha (Rede Empreendedora Moinho) falam de suas experiências no Papo de Gestão, quinta-feira, no Moinho.

O ‘chef’ Jefferson Rueda, da badalada Casa do Porco de São Paulo que figura em sétimo lugar no ranking “The World’s 50 Best Restaurants”, e o cardiologista e importador de vinhos Humberto Campos, na praça central de Tiradentes

De volta a JF
Após alguns anos morando em Lima Duarte e Ibitipoca, a jornalista Gíglia Ferrari está de volta à cidade. No final de semana, ela foi conhecer o Jardim Botânico da UFJF e ficou encantada.

Registro
Foi sepultada domingo, no Parque da Saudade, Ligia Moura Mendonça (66 anos), filha do fundador do ABC da Construção, Lúcio Moura. A coluna se associa as manifestações de pesar a Ricardo Mendonça e aos filhos Carolina e Tiago Mendonça – CEO da rede ABC.

Sábado musical
O Salvaterra Café ganhou mais ritmo na tarde de sábado com o encontro da família Itaboray – os irmãos Cezar (com a filha Maíra), Ronaldo, Marcinho (com o filho Renato) e Dadá (com o filho Pablo), além do primo Paulinho Itaboray.
Música de altíssima qualidade.

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Fios expostos em via pública gera insegurança para pedestres

Um poste com vários fios amarrados e expostos na altura dos pedestres, na Rua Padre Café, no Bairro São Mateus, Zona Sul, é motivo de insegurança para quem caminha no trecho, na altura do número 131. Moradores da vizinhança solicitam que a empresa responsável solucione o caso, para que transeuntes tenham mais segurança para caminhar no local. 

Pedestres temem fios expostos e amarrados ao poste (Foto: Felipe Couri)

Flagrantes denunciando problemas urbanos podem ser enviados para o WhatsApp da Tribuna, cujo número é (32) 98405-5888, ou para o e-mail internet@tribunademinas.com.br.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Onda de frio atinge Juiz de Fora a partir desta segunda-feira

O Instiuto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para esta segunda-feira (29) a chegada de uma intensa massa de ar frio na Zona da Mata de Minas Gerais. Em Juiz de Fora, as temperaturas, que atingiram 14,7 graus de mínima, às 7h, pode declinar para os 11 graus até o início da noite. Já a próxima madrugada poderá ter mínima de 8 graus.

No fim de semana, a Defesa Civil emitiu alerta de declínio de temperatura, considerada de “severidade alta”, a partir desta segunda-feira. Conforme o órgão, a situação deverá permanecer no município pelo menos até sexta-feira (2 de setembro).

De acordo com o Inmet, a tarde de segunda-feira já deverá ser de céu nublado, mas não há previsão de chuvas. Na terça o céu deverá ficar parcialmente nublado e a máxima deverá ser de 17 graus.

Até o final da semana, os termômetros deverão oscilar do 8 aos 18 graus.

 

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Síndrome da Impostora: o que é e porque as mulheres são as mais impactadas

Em algum momento da sua vida, principalmente em termos de carreira, você já teve a sensação de que não merece estar em determinado lugar ou de que é uma fraude?

Infelizmente, esse é um sentimento que acomete muitos profissionais, em especial mulheres.

E para aquelas que passam ou já passaram por isso, saibam que este é um problema com nome e não apenas uma sensação boba.

Hoje, falaremos sobre a Síndrome da Impostora, como esse assunto tem se tornado cada vez mais discutido nos últimos anos e a importância dessa discussão.

O que é a Síndrome da Impostora?

A Síndrome da Impostora não é um assunto novo, mas passou a ter mais visibilidade, principalmente, após personalidades influentes passarem a falar de maneira mais aberta sobre, como por exemplo, a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama.

Não existe uma classificação da Síndrome da Impostora como uma doença mental, o problema é considerado uma desordem psicológica, que coincide com sintomas de transtornos como depressão, ansiedade, etc.

Quem sofre dessa síndrome têm uma tendência à autossabotagem, que se origina de uma completa distorção da própria imagem.

Para te ajudar a entender, imagine a seguinte situação: alguém que finalmente conquistou um objetivo importante na sua carreira, seja uma promoção, um novo emprego em um cargo importante ou algo que simplesmente desejava muito, mas ao invés de estar feliz e/ou orgulhosa de tamanha conquista, não se sente adequada, merecedora e acredita até que não consegue dar conta do que faz.

Isso é a Síndrome da Impostora falando, e o inconsciente distorcendo e depreciando a ponto de causar danos à saúde mental e ao bem-estar e consequentemente ao desempenho profissional dessa pessoa.  

Por que as mulheres são as mais afetadas?

A Síndrome do Impostor (a) não é exclusividade do gênero feminino, qualquer um pode sofrer com este problema, mas é um fato comprovado que as mulheres são sim as mais afetadas.

Assim como pode acontecer em outras áreas da vida, mas é muito mais comum no âmbito profissional.

Os motivos para tudo isso se apresentam em conjunto, ou seja, muitos fatores justificam esse recorte de público e lugar onde os índices da síndrome são mais altos.

Como falamos de uma desordem psicológica, claro que a personalidade e a mente da pessoa são fatores desencadeantes, mas o meio e o ambiente que a pessoa é exposta também possui grande influência.

Sabemos que o mercado de trabalho para as mulheres é uma construção histórica e social, e isso é muito relevante para que esses estereótipos de gênero contribuam para a distorção causada pela Síndrome da Impostora.

Não à toa homens em geral estão voltados a superestimarem suas conquistas e habilidades, enquanto ao contrário disso, mulheres estão constantemente sendo postas à prova por expectativas sociais.

Tudo isso contribui para este cenário que provoca a ideia de insuficiência, incompetência e demérito.  

Identifique sinais da Síndrome da Impostora

Existem sinais que podem ser observados na Síndrome da Impostora e conhecê-los é muito importante para identificá-los no dia a dia, afinal em sua maioria são sensações e comportamentos que acabam sendo alimentados com certa naturalidade.  

Autossabotagem

Como já mencionamos aqui, a Síndrome da Impostora cria uma autoimagem distorcida e isso leva com que pessoas percam boas oportunidades devido a autossabotagem que pode surgir de algumas formas, como por exemplo:

  • A dificuldade em admitir o sucesso, que causa ansiedade
  • Abrir mão de experiências e oportunidades devido à baixa autoestima que as fazem não se sentirem seguras de enfrentar um desafio, mesmo sendo capazes disso
  • Maior objeção em aceitar elogios

Sensação de não pertencimento

A crença em não ser adequado, ou não ser suficiente para estar ocupando determinada posição, cargo ou função faz com que essas pessoas acreditem que não merecem suas próprias conquistas. Isso pode causar um afastamento de outras pessoas e grupos e lugares.  

Autocrítica e autodepreciação

Ser autocrítico não é um problema até certo ponto, muito pelo contrário, pode ser uma ferramenta de autoconhecimento e desenvolvimento. A questão é quando isso se torna algo distorcido em relação à realidade, e de forma injusta, a pessoa passa a encontrar erros em tudo o que faz.

O que nos leva à autodepreciação, o fato de alguém não gostar das próprias características, qualidades e habilidades leva a um cenário de amargura e a sensação de fraude.

Procrastinação

Depois de tudo que já mostramos aqui, fica fácil perceber que a Síndrome da Impostora vem acompanhada da insegurança. A mesma pode desestimular que essa pessoa execute bem suas tarefas e a procrastinação pode ser uma consequência disso.

Comparação

Acima, mencionamos a dificuldade que alguém com a Síndrome da Impostora tem em enxergar pontos positivos e si e isso pode se tornar mais agravante a partir do momento que os outros lhe parecem melhores no que fazem. A comparação vai ajudar a aumentar o sentimento de insuficiência e incompetência, reforçando uma ideia distorcida de que “eu sou o único que está fazendo tudo errado e não deveria estar aqui”.

Apesar da Síndrome da Impostora não ser considerada uma doença, precisamos entender este fenômeno com seriedade. E essa compreensão e relevância do tema é importante não apenas para aquelas pessoas que possam estar passando por isso, mas pelo mercado em si, pelas empresas e seus processos de gestão.

Para isso, muito se fala na importância de uma cultura que valorize a representatividade e as lideranças femininas. Promovendo desenvolvimento profissional e equidade, principalmente posições estratégicas e de liderança.

E então, o que você achou de tudo o que falamos aqui hoje? Te convido a refletir sobre o assunto, sua relevância para o mercado e claro, a fazer uma autoavaliação e perceber se isso não acontece com você também.

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Mais de 100 mil crianças não receberam o nome do pai este ano

Os cartórios de Registro Civil do Brasil mostram que nos 7 primeiros meses deste ano, 100.717 crianças foram registradas sem o nome do pai. Este ano, foi registrado o menor número de nascimentos para o período desde 2016, totalizando 1.526.664 recém-nascidos, ou seja, 6,5% do total de recém-nascidos no país têm apenas o nome da mãe na certidão de nascimento.

A porcentagem é maior que os 6% registrados em 2021, quando 96.282 crianças das 1.586.938 nascidas não receberam o nome do pai. Em 2020, foram 1.581.404 nascimentos e 92.092 pais ausentes. O ano de 2019 teve 99.826 crianças apenas com registro do nome materno ante 1.718.800 nascimentos, seguido por 93.006 frente a 1.702.137 nascimentos em 2018.

Os números estão registrados no Portal da Transparência do Registro Civil, na página Pais Ausentes, que integra a plataforma nacional, administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que reúne as informações referentes aos nascimentos, casamentos e óbitos registrados nos 7.654 cartórios de Registro Civil do Brasil, presentes em todos os municípios e distritos do país.

Para o presidente da Arpen-Brasil, Gustavo Renato Fiscarelli, os números mostram que há muito a evoluir quando se trata de responsabilidade paterna. “Ambos, pai e mãe, são responsáveis pela criação dos filhos e possuem responsabilidades que precisam ser compartilhadas. Obviamente cada família vive uma realidade diferente, mas são dados substanciais que podem embasar as políticas públicas”, disse.

Fiscarelli ressalta a importância dos registradores. “Os registradores estimulam o procedimento de reconhecimento de paternidade com divulgação, programas permanentes de incentivo ao ato e ações, como os mutirões de reconhecimento de paternidade, realizados em parceria com as corregedorias gerais da Justiça”.

Reconhecimento

Desde 2012, o procedimento de reconhecimento de paternidade pode ser feito diretamente em qualquer Cartório de Registro Civil. Assim, não é mais necessária decisão judicial nos casos em que todas as partes concordam com a resolução.

Nos casos em que iniciativa seja do próprio pai, basta que ele compareça ao cartório com a cópia da certidão de nascimento do filho, sendo necessária a anuência da mãe ou do próprio filho, caso este seja maior de idade.

Em caso de filho menor, é necessário a anuência da mãe. Caso o pai não queria reconhecer o filho, a mãe pode fazer a indicação do suposto pai no próprio cartório, que comunicará aos órgãos competentes para que seja iniciado o processo de investigação de paternidade.

Desde 2017 também é possível realizar em cartório o reconhecimento de paternidade socioafetiva, aquele onde os pais criam uma criança mediante uma relação de afeto, sem nenhum vínculo biológico, desde que haja a concordância da mãe e do pai biológico.

Neste procedimento, caberá ao registrador civil atestar a existência do vínculo afetivo da paternidade ou maternidade mediante apuração objetiva por intermédio da verificação de elementos concretos: inscrição do pretenso filho em plano de saúde ou em órgão de previdência; registro oficial de que residem na mesma unidade domiciliar; vínculo de conjugalidade (casamento ou união estável) com o ascendente biológico; entre outros.

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Reconhecida nacionalmente pela sua produção, Dona Euzébia se prepara para a Expo Mudas

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A mais perfeita harmonia entre moradia e lazer

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domingo, 28 de agosto de 2022

JF, cidade amiga da pessoa idosa?

Entre tantas transformações trazidas pela nova ordem mundial, o envelhecimento populacional é uma delas. Em repetidas palavras escritas por mim: o mundo está envelhecendo! Não precisa ir muito longe, é só observar a presença de pessoas longevas e centenárias próximas de nós, na nossa família, no nosso bairro, na nossa cidade, no noticiário. Vamos viver muito e já estamos vivendo. Estudos científicos demográficos sérios apontam que, em breve tempo, e de uma forma muito rápida, teremos cada vez mais pessoas idosas no contexto social e urbano. É o que vivenciamos na nossa cidade. 

Números extraoficiais indicam a presença de mais de 100 mil pessoas com idade igual ou maior a 60 anos. Por um lado, essa realidade vem com um dado muito interessante e positivo, que é o de vivermos mais tempo. Mas, por outro lado, será que essa longevidade cronológica vem acompanhada de medidas políticas concretas e reais que fazem esses anos valerem a pena? Não. Estamos vivendo mais e podemos viver mais sem medidas públicas de proteção social e sem políticas públicas robustas para garantir um envelhecimento ativo e saudável para toda a população? 

Em JF, temos excelentes programas e serviços pioneiros destinados para a parcela da população idosa. Principalmente à fração etária de pessoas idosas autônomas e independentes. Mas, como o envelhecimento é um processo humano diverso e muito complexo, é preciso que outros serviços sejam oferecidos aos que envelhecem de outra maneira, por exemplo, com mais dependência e menos autonomia para a gestão de suas vidas.  

Nessa direção há um grande desafio de custo socioeconômico a ser ultrapassado: quem vai cuidar das pessoas idosas dependentes? Sabendo que essa mesma longevidade, tão desejada por nós, pode vir com muitos custos para a sua manutenção, não só financeiros, mas também emocionais e psicológicos para o cuidado diário familiar e institucional. 

Se, de um modo geral, o país com nossas cidades não tem uma cultura pública de atenção às pessoas idosas, com o envelhecimento frágil e dependente, aí que a situação fica pior. É o caso, por exemplo, de JF. A realidade não é diferente: como sobrevivem, principalmente, nesse tempo de pandemia ou “pós-pandemia”, as Instituições de Longa Permanência para Idosos, que tradicionalmente não entram na agenda do Poder Público. 

Vivemos em um outro mundo. Em constantes mudanças. Se até então, nossa expectativa de vida era menor, morria-se muito novo; hoje, em pleno século XXI, uma nova realidade está diante de nós e vivemos nela. Um novo futuro nos abraça. Para tanto, é fundamental que a nossa cidade se encontre nesse caminho – o de seu envelhecimento, da longevidade de suas cidadãs e cidadãos. A título de uma pequena contribuição, que é o meu propósito nessa militância, de anos, junto a outros/as colegas, apresento as seguintes pautas para a plataforma política das nossas candidatas e candidatos à Assembleia Legislativa Mineira e Nacional: 

1) Elaborar o Plano Municipal Intersetorial de Políticas Públicas para o envelhecimento ativo e saudável;

2) Organizar um fluxo de denúncias de violência contra as pessoas idosas; 

3) Elaborar um diagnóstico sociodemográfico da população idosa da nossa cidade;

4) Capacitar sistematicamente a rede de atendimento às pessoas idosas.

Para um novo tempo, a atenção às pessoas idosas é um grande diferencial na conquista de civilidade e de uma cultura cidadã em nossas relações políticas e sociais. E aí, eu tenho a esperança e a certeza de que JF não vai demorar muito para ser, efetivamente, uma cidade amiga da pessoa idosa. Vale o bordão: “O futuro é agora!”

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Novo trio de JF, Canteiros prepara terceiro single

 

Fil Ribeiro, Birula e Hudson Martins formam o trio Canteiros, que já lançou dois singles (Foto: Hawa Films/Divulgação)

Se uma flor consegue encontrar uma brecha para crescer entre o aço, concreto e asfalto, a música que remete à montanha, aos lugarejos, à vida simples e à amizade, entre outros temas, também pode brotar na correria cotidiana da cidade grande. É o que se pode ouvir nas músicas do trio juiz-forano Canteiros, que lançou em maio o seu primeiro single, “Lua clara”, seguido em julho por “Liz”, ambas disponíveis nas principais plataformas de streaming musical. A primeira música do grupo já ganhou videoclipe, disponível no canal da Canteiros no YouTube, com direção da equipe da Hawa Films, que também produziu o trabalho audiovisual de “Liz”, que deve ser lançado nas próximas semanas.

O trio formado por Fil Ribeiro (violão e guitarra), Hudson Martins (ukulele, violão, baixo e voz) e Birula (violão e voz) surgiu durante a pandemia, quando muitos artistas tiveram tempo para dar vazão a novas ideias e/ou projetos. “Nós somos amigos há muitos anos”, diz Fil Ribeiro. “Eu e Birula somos amigos de infância, e conheci o Hudson na faculdade de arquitetura, e com o início da pandemia começamos a compor algumas músicas. Não imaginávamos que iria se tornar um projeto musical, mas depois de uma boa quantidade de composições começamos a gravar algumas dessas músicas e convidamos o Birula. Temos ido aos poucos ao estúdio para gravar, e seguimos compondo mais coisas.”

Do rock para a música regional

No currículo musical do trio, o que marca presença é o rock. Fil e Birula fizeram parte da banda Cadillacs, enquanto Hudson é baixista da Los Kactus; porém, na Canteiros, os rumos são totalmente diferentes, com a música regional brasileira dando as cartas. “O rock era a vertente principal da Cadillacs, pois ouvíamos muito rock, punk, tocávamos versões de músicas dos anos 60. Mas nunca tive preconceito musical, sempre ouvi de tudo, e nos últimos tempos tenho ouvido muita música regional brasileira, assim como o Birula e o Hudson”, explica Fil. “As músicas do trio têm uma característica mais suave, de música caipira, regional brasileira, forró; às vezes aparece alguma referência do rock, country e reggae, mas a nossa pegada nesse projeto é da música regional.”

Sobre as referências e influências musicais, Fil Ribeiro lista nomes como Renato Teixeira, Zé Geraldo, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Dominguinhos. “Inclusive, quando falamos de montar repertório, eles apareceram como referências para tocarmos ao vivo”, aponta o músico, acrescentando que há influências que vêm de fora. “Posso citar, por exemplo, Johnny Cash e Bob Marley.”

Câmbio de ideias

No processo de composição entre Hudson e Fil, o que funciona são as trocas. “Às vezes eu faço uma melodia para o Hudson colocar a letra, ou vice-versa, mas há músicas como a ‘Liz’, que fiz para minha filha, que mandei letra e melodia e o Hudson ajudou a lapidar. Cada música tem um processo diferente, o que considero muito interessante.”

Quem também participa do processo, ainda que na etapa final, são os produtores. Segundo Fil, Leandro Trombini e Finck, que produziram “Lua clara” e “Liz”, respectivamente, sugeriram referências que acabaram entrando no resultado final das gravações. Sobre os próximos lançamentos, Ribeiro adianta que o terceiro single, “Sabiás”, deve sair entre um ou dois meses.

“Vamos começar a gravar essa terceira música e vamos disponibilizar as próximas aos poucos até completar o nosso primeiro EP, que deve ter seis ou sete canções. Também vamos realizar apresentações intimistas, pois este é um trabalho que fazemos com paixão e que esperamos que as pessoas possam curtir também. Mas os shows devem acontecer apenas em 2023, pois é preciso estruturar uma banda e o Birula está com uma filhinha de dois meses.”

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Marcelo Juliani estreia na Rádio Transamérica nesta segunda-feira

A partir desta segunda-feira (29), a Rádio Transamérica vai iniciar uma nova programação com o radialista Marcelo Juliani. Com mais de 25 anos de experiência em rádio, o âncora retorna para dar continuidade ao programa “Tribuna Transamérica”, no horário das 10h às 11h. A programação atende à demanda dos ouvintes, que procuravam uma programação mais cedo para se informar. O Giro Transamérica, com Cristiane Hubner, por sua vez, passa para o horário das 11h ao meio-dia – com exceção da sexta-feira, quando vai ao ar das 11h às 11h30, dando espaço logo em seguida ao esportivo “Papo de Craque”, que ocorre das 11h30 ao meio-dia.

O Tribuna Transamérica segue com os mesmos quadros que estavam no ar, apenas adiantando o horário, que antes ia do meio-dia às 13h. O radialista Marcelo Juliani é a grande novidade, e uma voz conhecida do público juiz-forano. “Eu costumo brincar que ouço rádio desde que estava na barriga da minha mãe, além de ter muitos anos de carreira. Sempre percebi que o horário nobre da rádio era pela manhã. A procura é maior, existe um público mais diversificado nesse horário”, ele diz.

Afastado do rádio em razão da pandemia da Covid-19, Marcelo Juliano volta ao ar como o novo âncora do Tribuna Transamérica, agora das 10h às 11h (Foto: Leonardo Costa)

Marcelo precisou se afastar da rádio no começo de 2021, por estar inserido no grupo de risco na pandemia da Covid-19. Mesmo com o afastamento, continuou colaborando com a Rede Tribuna de Comunicação de outras formas, mas revela que “sentiu muita falta de estar na rádio, do contato ao vivo”. Para ele, é essencial que os radialistas estejam frente a frente com o operador, também se conectando mais diretamente com os ouvintes e podendo conversar com eles de forma improvisada.

A improvisação, de acordo com o especialista, é um dos grandes diferenciais da rádio e inclusive uma característica que permite ao radialista se aproximar mais de quem está acompanhando a notícia. Por isso, o que ele mais gosta da rádio é justamente “estar na frente do microfone e falar”. Mas para conseguir fazer isso enquanto se aprofunda nas informações transmitidas, Marcelo explica que é preciso muito estudo e conhecimento, para que na hora das entrevistas, por exemplo, o improviso seja natural e baseado no diálogo com o convidado.

Expectativa

A conexão com a rádio é tamanha, que Marcelo Juliani conta que, após se afastar, ficou um “bom tempo sem escutar rádio para não sofrer”. Agora, com o retorno, conta que seu humor mudou “da água para o vinho”, e que se sente agradecido de receber tantas ligações de ouvintes e de amigos parabenizando pelo retorno. “Isso é muito significativo, você faz história. Estou muito feliz, muito satisfeito e com um gás enorme”, diz.

Sobre esse retorno, Marcelo conta que o ouvinte pode esperar “alegria, animação e informação”. Um dos aspectos que mais valoriza na rádio é trabalhar com uma diversidade de pautas e com informação que traga esclarecimento para os ouvintes. “Vamos tratar de vários temas, como saúde, educação, política e tudo que você possa imaginar. Gosto de ter essa liberdade para abordar todos os assuntos”, diz.

Acompanhando as mudanças da rádio

Um dos grandes diferenciais desse radialista é ter acompanhado tantas mudanças da rádio. Marcelo conta que, nos 25 anos que ele tem de atividade profissional na Rede Tribuna de Comunicações, passou por quatro ou cinco grandes mudanças dentro da rádio, e que sempre tentou se adequar ao que estava se alterando mantendo a qualidade da programação. “Estava na rádio quando ocorreu a mudança de AM para FM, e também quando houve uma mudança na locução mais formal da rádio”. Ele entende que o atual período é de transição, mas que as características mais fortes da rádio devem se manter.

Marcelo percebe que, se mantivesse o tipo de locução mais formal à qual estava acostumado, por exemplo, poderia ter perdido espaço nesse meio e na conexão com os ouvintes. É por isso que ele revela que um dos aspectos essenciais da profissão é estar atento às mudanças, como tem acontecido no momento em relação aos meios digitais. Neste cenário, ele também nota que a internet tomou um espaço enorme no acesso à informação, mas isso não significa, para ele, uma perda de espaço do rádio. “O bom jornalista vai aproveitar o gancho da internet para fazer matérias melhores, realmente orientando as pessoas. Isso nenhum computador faz”, conta.

Justamente por ter visto tantas mudanças de rumo e adaptações, ele acredita que a rádio nunca vai acabar, e sim continuar se adaptando e se aperfeiçoando. “Eu era criança quando surgiu a televisão, e lembro que as pessoas falaram que o rádio ia acabar. Mas ele não acabou, pelo contrário, passou a ter mais qualidade. Cada plataforma vai continuar existindo, tendo o seu lugar”, diz.

Outras plataformas

A crença de que a rádio vai se manter, no entanto, não significa que o radialista não veja a importância de fazer uma programação cada vez mais atualizada e de acordo com os hábitos dos ouvintes. “É preciso encontrar caminhos para se manter. Estamos passando há algum tempo por uma fase de transição, que não é a primeira”, explica. Para ele, alinhado com o trabalho que a rede vem desenvolvendo, uma das principais formas de conseguir se atualizar é deixar que diversos meios conversem e se complementem, promovendo um diálogo maior entre impresso, áudio, vídeo e digital.

Nos seus anos trabalhando na Rede Tribuna de Comunicação, ele revela que sempre gostou muito de atuar nessa integração com o jornal e com todas as plataformas dele. “Um pode ajudar o outro sempre”, diz. Neste momento, ele também conta que busca trazer algumas ideias e propostas para a programação, mas estando sempre atento ao momento certo de fazer isso.

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Associação de Catadores de JF arrecada fundos para reconstruir sede

O galpão da Ascajuf, de cerca de 400 metros quadrados, foi danificado pelo fogo, que deixou a estrutura retorcida (Foto: Divulgação/Ascajuf)

A Associação Municipal dos Catadores de Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis de Juiz de Fora (Ascajuf) tenta reerguer a sede da organização, localizada na Avenida Brasil, no Bairro Santa Teresa, Zona Sudeste de Juiz de Fora. O local foi destruído por um incêndio ocorrido no final do mês de junho. O galpão, de cerca de 400 metros quadrados, foi danificado pelo fogo, que deixou a estrutura retorcida. O material reciclável existente no interior do estabelecimento entrou em combustão.

Para tentar reconstruir a sede, a associação busca a ajuda da população para levantar fundos. A meta é arrecadar R$ 150 mil, valor que contempla a compra de quatro toneladas de estrutura metálica, além da mão de obra. De acordo com o presidente da entidade, Werley Aparecido Pereira dos Santos, conhecido como Portela, a associação já conseguiu, por meio de doação, o material de alvenaria para a reforma. Além das ofertas em dinheiro, a Ascajuf também aceita doação de materiais de construção, que podem ser entregues no galpão.

Além disso, quem deseja destinar materiais recicláveis à associação pode entrar em contato por meio do telefone (32) 98842-0399. Qualquer valor em dinheiro pode ser transferido via Pix para a conta da Ascajuf. A chave é o CNPJ da organização: 09.319.105/0001-82.

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Por que o eleitorado mineiro é tão importante para a disputa presidencial?

Minas Gerais tem 16.290.870 eleitores aptos a votar nas eleições de outubro. O número corresponde a 10,4% de todo o eleitorado brasileiro. O estado é o segundo maior colégio eleitoral do país, atrás apenas de São Paulo. Em outras palavras, uma em cada dez pessoas que vão às urnas para escolher o futuro presidente vive e vota nos 853 municípios mineiros. Só isso já confere ao estado uma grande importância para a disputa presidencial, relevância que levou os dois primeiros colocados nas pesquisas de intenção de votos na disputa pelo Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), a cumprirem agendas no estado já no início de campanha.

Para além do incontestável peso eleitoral, Minas Gerais também carrega consigo certa mística quando se fala em disputas presidenciais. Desde o processo de redemocratização do país, após o período da ditadura militar, a situação tem sido recorrente nas eleições presidenciais: todo candidato a presidente mais votado entre os mineiros venceu as eleições e assumiu a Presidência. Foi assim com Fernando Collor de Mello, em 1989; com Fernando Henrique Cardoso, em 1994 e 1998; com Lula, em 2002 e 2006; com Dilma Rousseff, em 2010 e 2014; e com Bolsonaro, em 2018.

Visto por muitos como um axioma, a recorrência histórica é, antes de tudo, um fato. Foi assim nas últimas décadas e, por que não, pode ser assim em 2022, seja pelo grande eleitorado do estado ou pela diversidade socioeconômica das várias regiões mineiras. Mas será que essa característica recorrente é uma mera coincidência ou, de fato, Minas tem um papel tão importante quanto premonitório para as contendas presidenciais? Seria o estado capaz de compreender as movimentações do eleitorado de todo o país e ser decisivo, de fato, para que um presidenciável vença as eleições?

Para responder a estas perguntas, a Tribuna convidou os professores e cientistas políticos da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Diogo Tourino e Jorge Chaloub. Eles integrarão um time de especialistas que, nos próximos domingos, também vão contribuir em outras discussões sobre aspectos que envolvem o atual processo eleitoral. Sobre a grande pergunta desta reportagem, já de cara, os dois especialistas defendem um entendimento mais óbvio, de que, de fato, um dos pontos que contribuem para esta recorrência histórica é o grande peso do eleitorado mineiro, segundo maior colégio eleitoral do país.

Percepções

“As razões mais mencionadas, e evidentes, são a dimensão do eleitorado do estado, o segundo com maior número de eleitores, e a sua diversidade interna, que funcionaria como bom indício dos caminhos de diversos grupos sociais representados pelas diferentes regiões mineiras”, avalia Jorge Chaloub, considerando o eleitorado local e a diversidade regional do estado. Essa mesma diversidade é apontada por Diogo Tourino como um fator que torna ainda mais complexa a compreensão do fenômeno.

“Ao mesmo tempo em que é o segundo maior colégio eleitoral do país, Minas é um estado muito complexo. É o estado brasileiro com o maior número de municípios. Isso envolve vários palanques, vários prefeitos, vários vereadores com quem tem que se costurar. Isso é muito difícil. É também um estado com uma diversidade regional muito grande. Desde uma região muito pobre, com índices de desenvolvimento humano baixíssimos e que se assemelha às regiões mais pobres do país, até as regiões mais prósperas”, pontua.

Jair Bolsonaro fez em Juiz de Fora, no mesmo local onde foi esfaqueado em 2018, o primeiro ato oficial de sua campanha, em 16 de agosto (Foto: Leonardo Costa/Arquivo TM)

‘Minas não é o Brasil. Mas tem muito do Brasil em Minas’

De fato, entre aqueles que tentam entender a recorrência histórica, muitos traçam um paralelo entre as diversas regiões do estado e as diversas regiões do país. Seria algo como considerar que o Norte de Minas se assemelha, em muitos aspectos, com a Bahia e os demais estados do Nordeste; que a Zona da Mata tem similaridades com o Rio de Janeiro; que o Triângulo Mineiro reúne características do Centro-Oeste e de São Paulo, da mesma forma que o Sul de Minas também tem influência paulista. Isso implicaria no comportamento e na diversidade do eleitor que, em algumas regiões, teria um perfil mais progressista e, em outras, mais conservador, mimetizando um pouco o que é observado no país.

Para Diogo Tourino, essas comparações devem ser olhadas com cautela. “Essa é uma coincidência com algum fundamento, porque essa diversidade de Minas talvez torne o estado uma amostra interessante para se pensar a eleição nacional. Não é que Minas atue como um fiel da balança ideológica ou que sirva como um condutor para o resto do país, mas pensar que a complexidade e a diversidade do estado pode ser vista como uma espécie de amostragem interessante do eleitorado brasileiro”, diz.

O especialista ressalta que as comparações entre Minas e o país devem ser vistas “muito mais como uma brincadeira para tentar entender essa coincidência do que propriamente um exame científico cuidadoso”. Sobre o mesmo tema, o cientista vai além e afirma que esta não seria, no entanto, “uma brincadeira tola”, uma vez que Minas Gerais é, sim, “um estado complexo, diverso e que traduz algumas realidades muito contrastantes”. “Minas não é o Brasil. Mas tem muito do Brasil em Minas”, resume.

‘A política mineira se organiza em torno de um ideal de centro’

Por outro lado, além de citar a dimensão do eleitorado mineiro e a diversidade regional do estado, “que funcionaria como um bom indício dos caminhos de diversos grupos sociais representados pelas diferentes regiões mineiras”, o cientista político Jorge Chaloub propõe uma outra reflexão para tentar explicar o fenômeno eleitoral resultante do fato de que todo presidente eleito no Brasil nos últimos anos precisou vencer em Minas para chegar ao Palácio do Planalto.

“Ao menos desde a República de 1946, a política mineira se organiza em torno de um ideal de centro, que faz com que as principais lideranças do estado tendam a se mover na direção do candidato mais capaz de agregar apoios e, com isso, vencer”, avalia Chaloub. O cientista político ainda defende que o centro político não deve ser visto como “um lugar fixo, como muitas versões correntes apontam, mas, sim, como uma construção política, realizada a partir da capacidade de formar consensos e agregar na mesma coalizão atores diversos”. Isso talvez explicaria o fato de Minas funcionar como uma espécie de estado-pêndulo, capaz de definir as disputas nacionais.

“De Juscelino Kubitschek a Itamar Franco, passando por Tancredo Neves, os políticos mineiros mais bem-sucedidos sempre cultivaram a moderação como ideal e, mesmo quando assumiam ideias mais à direita e à esquerda, buscavam retratá-las pelas lentes da prudência”, ressalta Chaloub. Assim, o cientista político analisa ainda que, mesmo quando políticos de esquerda, como Fernando Pimentel, do PT, ou de direita, como Romeu Zema, do Novo, vencem as eleições para o governo de Minas, “o movimento parece levar ao centro”.

“O pragmatismo que pauta esses movimentos tem, a meu ver, duas consequências mais diretas. A primeira é tornar Minas lugar central das disputas presidenciais e reservar ao estado recursos de poder por vezes maiores que outras unidades da federação. Por outro lado, essa tendência centrípeta também faz com que os políticos mineiros tenham dificuldade de liderar grandes movimentos nacionais, bem-sucedidos nas urnas, os quais frequentemente demandam ir além da ideia do centro e assumir ares de novidade e inovação”, avalia.

Luiz Inácio Lula da Silva esteve em Juiz de Fora no dia 11 de maio, quando ainda era pré-candidato à Presidência da República (Foto: Fernando Priamo/Arquivo TM)

Para ganhar no Brasil, é preciso conquistar Minas Gerais

“Desde a eleição presidencial de 1950, quando o pessedista mineiro Cristiano Machado venceu no estado, mas perdeu a eleição para Getúlio Vargas, o candidato mais votado em Minas Gerais é o vencedor nas eleições presidenciais”, lembra o cientista político Jorge Chaloub. Assim, desde a redemocratização do país, no final da década de 1980, todos os presidenciáveis vencedores também saíram na frente no estado, que é considerado o segundo maior colégio eleitoral do país.

De acordo com levantamento realizado pela Tribuna, na eleição de 1994, a disputa presidencial em Minas ficou marcada pela maior diferença percentual entre os dois candidatos mais votados. Na época, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi eleito no primeiro turno com 54,24% dos votos em primeiro turno, contra 27,04% de Luiz Inácio Lula da Silva. Ao olhar somente para os dados de Minas, FHC conseguiu o voto de 64,28% dos eleitores, contra 21,90% de Lula – gerando assim uma diferença de 42 pontos percentuais entre os dois candidatos nos números do estado. O saldo é muito superior à diferença encontrada nos números totais no país, de 27 pontos percentuais.

Vinte anos depois, na eleição presidencial de 2014, a disputa entre Aécio Neves e Dilma Rousseff apresentou um cenário oposto, com a menor diferença entre os resultados observados em Minas e no Brasil. Com o cenário político extremamente polarizado, a ex-presidente venceu o pleito no segundo turno, com 51,64% dos votos contra 48,36% do candidato tucano. Em Minas, Dilma teve 52,41% dos votos, ao lado dos 47,59% obtidos por Aécio.

Nenhum presidente com domicílio eleitoral em Minas desde JK

Apesar do enorme protagonismo do estado nas eleições presidenciais, Minas Gerais não elege um presidente pelo voto popular com domicílio eleitoral no estado desde Juscelino Kubitschek, em 1955. De lá para cá, ainda que o juiz-forano Itamar Franco tenha assumido o Palácio do Planalto com a renúncia de Fernando Collor às vésperas de um processo de impeachment, em 1992, ele não foi eleito diretamente para o cargo.

Já a ex-presidente Dilma Rousseff é mineira de nascimento, mas sua carreira política foi construída no Rio Grande do Sul, tendo sido Secretária de Minas e Energia no estado na década de 1990. Quando eleita para a Presidência da República em 2010 e 2014, a petista ainda votava na cidade de Porto Alegre. Em 2018, após sofrer o processo de impeachment, Dilma mudou seu domicílio eleitoral para Belo Horizonte, sua cidade natal, e tentou, sem sucesso, uma das três cadeiras no Senado Federal pelo estado.

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sábado, 27 de agosto de 2022

Exposição de Orquídeas será encerrada com entrega de prêmios neste domingo

Foto: Felipe Couri

Termina neste domingo (28), às 16h, a 20ª Exposição Nacional de Orquídeas de Juiz de Fora. Com entrada franca, o evento reúne expositores de orquídeas vindos de quatro estados do Brasil neste fim de semana, nas dependências do Colégio Jesuítas, que fica na Avenida Presidente Itamar Franco 1.600. Será realizada a entrega dos prêmios para as 21 orquídeas selecionadas nas sete categorias da competição.

A exposição começou na sexta-feira (26), quando foi feita a avaliação dos 476 tipos de orquídeas expostos. No sábado (27), o evento ofertou a palestra “Cultivo de orquídeas”, além da visitação pública. Neste domingo, a visitação pública começa a partir das 8h e vai até as 15h, com a entrega dos prêmios. A exposição é organizada pelo Círculo Orquidófilo de Juiz de Fora, em parceria com o Colégio Jesuítas.

Segundo um dos organizadores do evento, Alcino Fraga, a expectativa é alta. Em entrevista à Tribuna, na última sexta-feira, ele esperava que cerca de 5 mil pessoas comparecessem ao evento, que é o primeiro após o relaxamento das medidas restritivas da pandemia da Covid-19. “Teremos representantes de 22 cidades na competição, que conta com sete categorias, nas quais serão premiados o primeiro, segundo e terceiro lugares.”

As categorias se dividem em: 1) espécies nacionais; 2) espécies estrangeiras; 3) plantas híbridas, ou seja, criadas pelo ser humano; 4) plantas exóticas do Brasil; 5) plantas exóticas do exterior; 6) orquídeas monopodiais, que são aquelas que possuem crescimento para cima e, por fim, 7) a categoria avaliada pela associação.

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Foto: Felipe Couri

Mais de 10 mil plantas para comercialização

Além da exposição, para os amantes da planta, também será possível levar uma para casa. O evento conta com a comercialização de orquídeas que, neste domingo, ocorre até as 17h. São mais de 10 mil plantas das mais variadas cores e formas, além de uma grande quantidade de insumos disponíveis para venda.

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PM apreende drogas e prende dono de bar na Cidade Alta

A Polícia Militar prendeu dois homens em um bar no Bairro Santos Dumont, na Cidade Alta, na noite desta sexta-feira (27). As detenções aconteceram em uma abordagem realizada após um dos dois suspeitos ser flagrado com um papelote de cocaína. Ao ser questionado pelos policiais, ele informou que a droga havia sido comprada no próprio estabelecimento. Diante da informação, a PM realizou buscas no interior do bar e encontrou mais entorpecentes.

Ao todo, foram apreendidos 216 pedras de crack, 12 papelotes de cocaína e 24 buchas de maconha, além de R$ 3.123 em dinheiro e um telefone celular. Segundo a Polícia Militar, os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados para a delegacia.

Ainda de acordo com a PM, o entorno do local em que ocorreram as prisões já é conhecido por ações contínuas que resultaram em diversas apreensões de menores aliciados para o tráfico.

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Motoboy é vítima de roubo no Previdenciários

Um motoboy de 21 anos foi vítima de roubo no Bairro Previdenciários, na Zona Sul de Juiz de Fora, na madrugada deste sábado (27). A vítima, que trabalha como entregador para uma lanchonete do Bairro São Mateus, na mesma região, relatou à Polícia Militar que o estabelecimento recebeu um pedido por meio de um aplicativo, por volta das 2h20. Ao se deslocar para o endereço informado, o motoboy foi abordado por três indivíduos, sendo que um deles estava armado.

O trio ordenou que o motoboy deitasse no chão e levou uma pochete do entregador com aproximadamente R$ 100, além do telefone celular da vítima. Os autores ainda abriram o baú da e levaram o lanche, antes de fugirem por um pasto na direção do Bairro Terra Nostra. Após o relato, a PM tentou rastrear os suspeitos, mas não obteve êxito nas buscas.

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Homem tira a própria vida após esfaquear a companheira em Juiz de Fora

Uma mulher de 37 anos foi esfaqueada pelo companheiro, um homem de 45 anos, no Bairro do Dom Bosco, Zona Sul de Juiz de Fora, segundo relato apurado pela Polícia Militar. Os golpes atingiram o pescoço e o tórax da vítima, que foi socorrida por testemunhas e encaminhada para o Hospital de Pronto Atendimento Dr. Mozart Teixeira (HPS) , onde passou por cirurgia.

De acordo com o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), a própria vítima relatou a vizinhos que a agressão ocorreu pelo fato de o casal estar em processo de separação. Segundo estas testemunhas, o homem teria se automutilado após agredir a vítima. Ele foi encontrado morto em uma cama, com uma faca cravada no coração.

Ainda conforme a ocorrência registrada pela PM, as testemunhas relataram que não escutaram a briga do casal e não notaram nada suspeito no local, até a vítima sair gritando por socorro e cair na porta do apartamento de uma vizinha. Os relatos ainda dão conta que a vizinhança nunca havia presenciado brigas no apartamento da vítima e que não suspeitavam de violência doméstica no local, em que vivia apenas o casal.

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Villa Real vê “jogo mais difícil” contra o Atlético de Três Corações no domingo

O Villa Real tenta não permitir que a invencibilidade se torne uma armadilha à equipe na Segunda Divisão do Campeonato Mineiro. E é também com esse intuito, de manter o foco dos atletas que já iniciaram a quarta rodada na vice-liderança do grupo B, com duas vitórias e um empate, que o técnico Rafael Novaes bate na tecla de que o time juiz-forano terá pela frente as principais dificuldades da competição a partir deste domingo (28), às 10h, quando a equipe visita o Atlético Clube Três Corações no Estádio Elias Arbex, na casa do adversário.

“Esse jogo, pra nós, é o mais difícil até agora pelo que estudamos do Atlético de Três Corações. É um time muito forte em casa, apesar de não terem vencido lá ainda, e que mescla muito bem a experiência com a juventude, com bons atletas do sub-20. A torcida voltou agora, abraçou a equipe e está indo em massa. Vamos encontrar muitas situações adversas, um horário bem complicado pra alimentação e parte fisiológica dos atletas. Além da pressão da torcida e de jogar em um campo que não conhecemos. Por isso teremos que nos organizar muito bem pra minimizar os pontos positivos do adversário”, esmiuçou o treinador juiz-forano.

O Villa soma sete pontos na tabela, e iniciou a rodada atrás apenas de Itabirito, com nove. Já o representante tricordiano registra uma vitória, um empate e uma derrota até aqui, com quatro pontos e na quarta posição da tabela. Apesar da pior campanha, Novaes afirmou que tem buscado manter os pés no chão para que os resultados sigam ocorrendo. “Passei aos atletas que vamos pegar um time tradicionalíssimo, com atletas de renome no estado e, se vencer, iguala com a gente no número de pontos. É isso que eles estão buscando. E nós estamos na vice-liderança, mas vamos pegar adversários diretos nas próximas rodadas, então não tem nada definido. Podemos estar, em duas rodadas, fora da zona de classificação. Por isso, pregamos humildade, respeito e que essa fase só está vindo porque está tendo entrega e respeito ao plano de jogo, além da parte física, um diferencial na segunda etapa”, conta o profissional.

Na Segundona Mineira, que leva duas equipes ao Módulo II, a primeira fase é dividida em três grupos de oito times, com enfrentamento entre os clubes de mesma chave em turno único e os quatro primeiros de cada tabela classificados às oitavas de final. Além disso, as quatro melhores campanhas no geral são premiadas com classificação direta às quartas de final.

Rafael Novaes, técnico do Villa Real
Rafael Novaes prevê desafio de maior dificuldade do Estadual em Três Corações (Foto: Leonardo Costa)

‘Escadinha de evolução’ do Villa

Com um grupo de atletas que buscam a entrada definitiva no mercado do futebol profissional, e muitos, inclusive, recém-profissionalizados no Villa Real, Rafael Novaes tem percebido um crescimento que já tem se transformado em gols e resultados. “Não perdemos até agora, mas vi, nos três jogos, uma escadinha de evolução de partida a partida. E isso gera uma confiança muito boa para os atletas a terem um pouco mais de personalidade de tentarem uma jogada mais complexa”, analisa.

Para o duelo, jogadas de bolas aéreas e organização coletiva foram priorizadas pelo treinador durante a semana. “Eu e minha comissão trabalhamos de acordo com as informações que temos dos adversários. Então tivemos três semanas diferentes enfatizando os pontos positivos de Figueirense, Passos e Betis, e tentando levar vantagem nos pontos negativos que a gente observa por vídeo e com informações. Nessa semana específica, a gente enfatizou alguns erros que cometeu nos jogos anteriores, como nas partes de finalização e organização. E vamos tentar anular algumas jogadas importantes que o Atlético de Três Corações tem. Vamos buscar uma boa organização nos três setores, para ter paciência de saber atacar e definir na hora certa”, projeta o comandante.

Força máxima

O Villa Real poderá ter força máxima, com limitação, por regra da competição, apenas na utilização de até cinco jogadores acima dos 23 anos. Caso Rafael Novaes opte por repetir a escalação do time que venceu o Betis na última rodada por 2 a 0, a equipe será formada por Esio; Adson, Emerson, Nogueira e Eldinho; Maicon Mogango e Matheus Azeitona; Dane, Kassinho e Ramonzinho; Wellitin.

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Suspeito de abusar de crianças é preso pela Polícia Federal em autoescola de JF

Um homem, de 21 anos, foi preso na manhã desta terça-feira (23) em Juiz de Fora durante ação da Polícia Federal de combate ao crime de abuso...