Nesta segunda-feira (31), representantes dos caminhoneiros que não aceitam o resultado da eleição presidencial bloquearam estradas e vias em manifestação ao resultado da eleição do último domingo (30). Em Minas Gerais, a PRF registrou ao menos 17 pontos de interdição. Em resposta ao cenário, que traz ameaça de desabastecimento por todo o estado, o governador Romeu Zema (Novo) solicitou que as forças de segurança tomem as medidas necessárias para desobstruir as vias impedidas.
Os manifestantes são apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), e não aceitam o resultado das urnas, que trouxe a vitória de Lula (PT). O Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque-MG) aderiu a esta manifestação e, de acordo com o presidente do sindicato, Irani Gomes, o bloqueio irá permanecer até que o atual presidente se manifeste publicamente acerca da vitória de Lula (PT). A situação já desperta suspensão nas viagens rodoviárias e receio de desabastecimento.
No seu perfil nas redes sociais, Zema se pronunciou contrário à situação. Ele apoiou o candidato Jair Bolsonaro (PL) durante o segundo turno, mas ressalta que a eleição já teve o seu fim. “Eu já solicitei que as nossas forças de segurança tomem as medidas necessárias para desobstruir qualquer via ou estrada que esteja interditada por manifestações. A eleição já acabou, e agora nós temos que assegurar o direito de todos, de ir e vir, e também que as mercadorias cheguem onde precisam, para não haver desabastecimento. Vamos cumprir a lei”, disse.
O pronunciamento mostra que o governador está cumprindo a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgada na manhã desta terça-feira (1), colocando que as polícias militares devem desobstruir as estradas fechadas no país e também identificar os responsáveis pelos bloqueios.
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